o ouroboros, a serpente que morde a própria cauda, atravessa milênios como o símbolo do que não tem fim. todo encerramento guarda, em silêncio, um começo.

 

a oro nasce desse gesto. cada vela é um objeto de ritual feito para marcar uma passagem: o limiar de um início, o meio de uma transformação, a consciência de um encerramento. tons neutros, chama lenta, silêncio.

 

o ciclo que nunca termina.